Fábrica de Conteúdo: como transformar treinamentos presenciais em cursos EaD?

Seus treinamentos presenciais não precisam ficar esquecidos agora que você adotou um LMS! A conversão do material é menos complicada do que parece e uma boa Fábrica de Conteúdo te ajuda.
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Você deve se lembrar que em 2020 houve um boom nas buscas por LMS, certo? As plataformas de gestão de aprendizagem tiveram o seu maior momento durante o início da pandemia, quando muitas empresas buscavam formas de capacitar seus colaboradores a distância, agora que os treinamentos presenciais não eram mais possíveis.  

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Dessa forma, muitas empresas chegaram em 2021 com plataformas novas. O que abriu espaço para uma nova busca: a por cursos de prateleira e maneiras de desenvolver os seus próprios. E é aqui que surge a ideia de converter treinamentos presenciais em EaD e aproveitar aquilo que já tinha sido criado anteriormente. 

 O problema? Muitas empresas ainda não entendem como fazer essa transformação. Afinal de contas, um treinamento que consiste em um compilado de slides ou em um vídeo de 4 horas com uma pessoa falando o tempo inteiro, não vai conseguir reter a atenção dos alunos ou ajudar a fixar o conhecimento. 

Qual a diferença entre o conteúdo dos treinamentos presenciais e EaD? 

A princípio pode até parecer que não existe diferença entre treinamentos presenciais e EaD. Afinal de contas, posso apenas pegar o material em slide que foi usado no curso, digitalizar as apostilas e disponibilizar aos colaboradores, certo? Errado. 

Como nosso especialista em aprendizagem corporativa Deivid Alexandre explica no vídeo abaixo, o maior problema de simplesmente disponibilizar os materiais dos treinamentos presenciais no LMS é que se perde uma boa parte do conteúdo: aquele que só existe dentro da cabeça do instrutor/professor. 

Sendo assim, as principais diferenças entre treinamentos presenciais e EaD são: 

  • Treinamento presencial: acontece muito semelhante ao ensino formal, onde o papel do aluno em relação a própria educação é mais passivo. Além disso, esse modelo foca no instrutor, que detém a maior parte do conhecimento. Slides, apostilas e outros objetos de aprendizagem servem de apoio ao que ele vai ensinar. 
  • Treinamento EaD: costuma adotar o modelo de sala de aula invertida. Essa é uma inversão na lógica de aprendizado e coloca o aluno como protagonista da própria educação, aprendendo o conteúdo antes da aula e usando o momento com o instrutor/colega para discutir sobre. Ou seja, o conhecimento está todo no material a ser estudado e o aluno tem mais autonomia nessa jornada de aprendizagem. 

Assim, entendemos que converter os treinamentos presenciais para EaD consiste em um trabalho mais robusto do que apenas pegar os slides e apostilas usadas anteriormente e disponibilizar no LMS. 

Por que converter os treinamentos? 

Converter treinamentos presenciais para EaD é uma forma de fazer a gestão do conhecimento da sua empresa. Afinal de contas, essas informações já existem dentro da empresa e estão compiladas de alguma forma.  

Portanto, o que resta ao profissional de T&D é revisar a curadoria de conteúdo para que esse curso possa ser convertido em um modelo digital que seja interativo, engajador e eficaz. 

Além disso, quando você não precisa partir do zero, o desenvolvimento do treinamento fica mais fácil e rápido. E a gente bem sabe que uma entrega ágil ajuda todo mundo. 

10 vantagens de usar treinamentos digitais na sua educação corporativa 

Por aqui, trabalhamos com treinamentos presenciais, digitais e híbridos desde 2012. Entendemos que cada modelo tem seu mérito e o momento para ser usado. Portanto, não existe uma resposta única. Não existe um modelo de curso que serve para todas as empresas.  

Tendo dito isso, neste artigo estamos falando exclusivamente de treinamentos EaD e, por isso, separamos abaixo as principais vantagens de se trabalhar com esse modelo na sua educação corporativa: 

  1. Flexibilizar os horários e tamanhos de turma; 
  2. Escalar o alcance do treinamento; 
  3. Facilitar o engajamento dos alunos; 
  4. Reduzir o tempo de capacitação e o tempo do colaborador fora do posto de trabalho; 
  5. Estimular a autonomia do aluno; 
  6. Reduzir de custos com treinamentos; 
  7. Descentralizar o conhecimento; 
  8. Acompanhar o desempenho dos alunos; 
  9. Mensurar resultados com maior facilidade; 
  10. Padronizar as ações de T&D. 

Descubra o melhor objeto de aprendizagem para a conversão do seu treinamento presencial

Passo a passo para converter treinamentos presenciais em EaD com a ajuda de uma Fábrica de Conteúdo 

Agora que você já está por dentro de como funciona essa transformação nos cursos, preparamos um passo a passo para te ajudar na conversão dos treinamentos presenciais para EaD – que pode ser ainda mais simples com a ajuda de uma Fábrica de Conteúdo. 

1 – Fazer a curadoria de conteúdo 

Como você viu no vídeo com o nosso especialista em aprendizagem corporativa, a curadoria de conteúdo de um treinamento presencial é essencial para ter acesso ao conhecimento do instrutor. Se o treinamento já aconteceu, você pode pedir para o instrutor transcrever o que disse durante o curso. 

Porém, se você tem interesse em converter futuros treinamentos presenciais em EaD, o ideal seria gravá-los. Assim, você garante que não está deixando passar nenhuma informação, otimizando a conversão. 

2 – Escolher o formato do treinamento 

Treinamentos digitais oferecem 3 formatos diferentes, cada qual com seus benefícios. São eles os cursos: 

  • Síncronos: são aulas ao vivo, com o instrutor e os alunos conversando através de uma ferramenta de vídeo conferência. É possível aplicar o uso de slides e vídeos interativos, por exemplo. Mas significa que todos (alunos e instrutor) precisam estar disponíveis no mesmo horário. 
  • Assíncronos: são os treinamentos gravados. Os vídeos podem ser mesclados com qualquer outro tipo de objeto de aprendizagem, unidos e distribuídos em um SCORM. O modelo de sala de aula invertida é aplicado com mais eficácia aqui e os alunos podem acessar em qualquer horário (pré-estabelecido pelo RH). Para tirar dúvidas, os alunos costumam usar e-mail, chat e até fóruns, onde o instrutor responde dentro de um período de tempo determinado pelo T&D. 
  • Híbrido: são os treinamentos que mesclam vídeos gravados e ao vivo. Trazem a flexibilidade dos diferentes objetos de aprendizagem ao mesmo tempo em que o aluno e instrutor devem estar presentes no mesmo horário – ao menos para a parte ao vivo. 

3 – Definir os objetos de aprendizagem 

Escolher bem os objetos de aprendizagem que serão usados no treinamento é de extrema importância. Isso porque eles influenciam diretamente no engajamento do aluno. O que, por sua vez, influência na retenção da atenção e na capacidade de absorver o conhecimento. 

Por tanto, escolhe se você usará vídeos com atores, pílulas do conhecimento, vídeos interativos, jogos corporativos, ebooks, infográficos, etc é uma etapa importante. 

Assim como definir quais conteúdos aparecerão em quais objetos e qual a melhor forma de mesclá-los dentro do treinamento. É uma forma de garantir o sucesso da sua ação de T&D. Inclusive, desenvolvemos um infográfico que indica os melhores objetos para cada geração. 

4 – Desenvolver o treinamento 

Você já tem o conteúdo, já definiu o formato e os objetos de aprendizagem, agora é a etapa da construção dos treinamentos. É possível usar uma Fábrica de Conteúdo em todas as etapas até aqui, mas principalmente na parte de desenvolvimento. 

Essa parte pode ser um pouco mais complexa e exige o apoio de designers instrucionais, para criarem um material otimizado para o engajamento dos alunos. Além disso, se você optou por usar jogos corporativos, vídeos interativos ou podcasts, por exemplo, vai precisar de uma equipe com competência mais específicas. 

5 – Subir o treinamento na sua plataforma 

Por fim, com o treinamento em mãos, tudo que falta é incluí-lo na plataforma e criar as turmas que participarão do treinamento. Depois é só acompanhar o desempenho, que vai te ajudar a determinar se algum ajuste precisa ser feito, por exemplo. 

6 – Bônus: endomarketing 

Mas antes de darmos por encerrado o passo a passo, vale lembrar do endomarketing. No caso do T&D, essas ações são conhecidas como os convites para participação. Uma Fábrica de Conteúdo também te ajuda a desenvolver esses materiais, de maneira a convidar os colaboradores a participarem dos treinamentos e continuar aprendendo todos os dias. 

Esse material pode ser um e-mail marketing, panfletos para quadros de avisos, chamadas na rádio interna ou o que mais você – e a Fábrica de Conteúdo – acharem relevante no momento e para o seu público. 

Vamos converter seus treinamentos presenciais? 

Recentemente a ABTD – Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento publicou a pesquisa Panorama do Treinamento no Brasil, avaliando os números do T&D de 2020 e 2021.  

Embora ela tenha apresentado um aumento no investimento em T&D, ela também apontou uma diminuição nos times da área, indicando que atualmente temos 999 colaboradores para cada profissional de treinamento nas empresas.  

Por isso, conte com a Evolke para converter seus treinamentos presenciais em EaD e te ajudar com as suas demandas de T&D. Clique no banner abaixo e agende um horário disponível com os nossos especialistas e comece o quanto antes: 

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