Passo a Passo: como criar uma trilha de aprendizagem para LMS?

As trilhas de aprendizagem são a melhor forma de oferecer educação continuada dentro das empresas. Entenda como o LMS pode te ajudar nessa jornada.
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Aposto que você já se perguntou como é possível desenvolver a educação continuada na sua empresa, certo? A ideia desse conceito é oferecer constantemente novas oportunidades de treinamento e desenvolvimento para os seus colaboradores. Por isso, separamos um passo a passo para te ensinar como criar uma trilha de aprendizagem que ajude suas equipes a continuarem aprendendo com o LMS.

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Desenvolver uma cultura de aprendizagem contínua é uma das melhores formas de reter talentos e investir no capital humano. Quando os colaboradores percebem o interesse da empresa em investir em suas carreiras, acabam engajando ainda mais a missão e visão da organização.

Além disso, entender como criar uma trilha de aprendizagem é essencial para desenvolver um caminho flexível, que abandone formatos mecânicos e muitas vezes insatisfatórios de treinamentos convencionais.

10 passos para entender como criar uma trilha de aprendizagem eficaz para o seu LMS

Trilhas de Aprendizagem são uma forma sequencial de oferecer conteúdos de treinamento e desenvolvimento para os seus colaboradores. Como já falamos nesse artigo, onde explicamos o que são as trilhas, elas podem ser Lineares ou Agrupadas.

No entanto, independente do modelo escolhido, use os 10 passos a seguir para construí-las de forma eficaz, dentro e fora do seu LMS. Pronto para começar esse passo a passo? Então olha só! 👇

1 – Contemplar o assessment

Aposto que você se lembra da época em que todo mundo bocejava só de ouvir falar em treinamentos corporativos, certo? Para evitar que os colaboradores fiquem desmotivados e entediados com as suas ações de T&D, é importante garantir que eles não estejam participando de cursos desnecessários ou sobre temas que já dominam.

Portanto, investir no assessment pode ser a solução. A palavra, que em tradução livre significa Avaliação, designa uma metodologia de análise que tem por objetivo identificar o perfil e os conhecimentos de um profissional para determinada atividade.

Muito usada na área de recrutamento, o assessment pode ser uma carta na manga dos profissionais de T&D. Isso porque ele vai ajudar a equipe a identificar o perfil dos colaboradores e, assim, decidir com assertividade a partir de qual ponto da trilha ele começara seu treinamento. O que faz com que o setor de T&D ganhe em produtividade e os funcionários em engajamento.

E quando você faz o assessment com o auxílio do LMS consegue, inclusive, identificar outros treinamentos que o colaborador já tenha feito. Assim é possível excluir esses cursos da trilha do funcionário e até incluir um quiz rápido ou uma prova de proficiência para garantir a absorção do conhecimento, caso a ação de T&D tenha sido finalizada há muito tempo.

2 – Criar trilhas de aprendizagem separadas por níveis

É importante que ao criar trilhas de aprendizagem o trabalho seja feito de forma precisa e estratégica. Tentar desenvolver ações que contemplem diferentes áreas e níveis hierárquicos pode acabar sendo contra produtivo, já que cada um deles pode ter uma necessidade específica. E ao juntar todos você acaba com uma trilha pouco atraente ou eficaz.

Assim, criar trilhas de aprendizagem separadas por níveis de afinidade ou aderência ao conteúdo é sempre o mais recomendado. E não precisa se preocupar com isso na hora de disponibilizar os conteúdos no LMS, já que a plataforma permite que você monte turmas de acordo com as suas predefinições e disponibilize trilhas específicas para elas.

3 – Use diferentes estilos de atividades

Sabemos que as aulas expositivas podem ser cansativas e é aqui que o LMS entra. Com a ajuda das tecnologias educacionais, é possível criar trilhas de aprendizagem que sejam mais engajadoras, motivadoras e eficazes.

Isso porque você pode adicionar vídeos, podcasts, jogos corporativos, e muito mais com os recursos variados das plataformas de ensino. Além disso, se você tem uma trilha tradicional e quer deixá-la mais atrativa no LMS, experimente a Gamificação.

Com esse módulo, que usa as mecânicas de jogos para estimular o engajamento dos colaboradores, você pode, por exemplo, pontuar a conclusão de cada etapa da trilha e no fim disponibilizar prêmios que os alunos possam trocar pelos pontos que adquiriram ao longo da experiência.

4 – Pensar a trilha de forma sequencial

Quando você pensa suas trilhas de aprendizagem de forma sequencial, tem em mente como ela vai chegar aos seus alunos, de forma que consegue entender como o conteúdo vai ser recebido por eles.

No entanto, pensar as trilhas de forma sequencial não quer dizer que todas elas precisam ser lineares – modelo onde o aluno não consegue compreender o módulo seguinte se não tiver feito o anterior. Mas sim que há uma sequência lógica nela, onde os conteúdos se complementam e conectam.

Assim, é possível compreender melhor as sequências de informações e como elas, juntas, auxiliam no desenvolvimento das habilidades ou competências necessárias ao aluno.

Entenda quais são os próximos passos para o seu LMS

5 – Construir o conteúdo com o Design Instrucional em mente

O Design Instrucional diz respeito a forma como o material didático é construído. Normalmente, ele é usado para garantir que o conhecimento seja absorvido da melhor forma possível, uma vez que usar os dados coletados pela empresa sobre as diferentes formas de aprendizado de seus colaboradores para criar um material personalizado e direcionado a eles

Vale ressaltar que o uso do Design Instrucional não fica restrito ao material didático de uma oficina, mas que engloba todo o treinamento. Portanto, é uma ferramenta indispensável para criar trilhas de aprendizagem – sejam digitais ou presenciais.

6 – Criar uma grade curricular

A grade curricular é uma forma de deixar os alunos a par do que eles irão aprender no treinamento e qual o objetivo da empresa em oferecer esse tipo de ação de T&D. Ao lidar com adultos, é sempre importante lembrar que eles aprendem melhor quando entendem o que, porquê e como vão utilizar o conhecimento que estão adquirindo no curso.

Dependendo do tipo de treinamento que você está oferecendo, incluir uma grade curricular ou plano pedagógico pode, inclusive, ser exigido para legitimar os certificados – como no caso de treinamentos normativos. O LMS também te ajuda com isso, já que você pode anexar o documento na biblioteca, por exemplo, de forma que todos os alunos tenham acesso a ele.

7 – Manter a adaptabilidade das trilhas

O aprendizado é algo que está em constante transformação. Por isso, ao criar trilhas de aprendizagem é importante que elas possam ser adaptadas e modificadas, caso seja necessário.

É possível que você identifique algum gargalo na aprendizagem dos alunos após começarem a utilizar a trilha ou que novas informações sobre o tema surjam, fazendo com que seja necessário adaptar a modificar a trilha. Isso não é motivo para estresse ou pânico, especialmente quando lidamos com LMS, onde a inclusão e exclusão de conteúdos e materiais é costuma ser prática e ágil.

8 – Permitir a troca de experiências entre diferentes níveis

Quando você contrata um novo funcionário, traz para a empresa toda a expertise dele em diversos temas. Então por que não usar isso a seu favor? Ao criar trilhas de aprendizagem, considere ferramentas que permitam a troca de experiências entre participantes de diferentes níveis, de forma a ter novas opiniões e outros pontos de vista sobre o tema, enriquecendo a experiência de aprendizagem.

Em um LMS você consegue proporcionar essa experiência através de ferramentas coletivas, como o fórum, ou usando módulos de aprendizagem colaborativa, onde é possível criar a rede social da empresa e permitir que os alunos sigam outros colaboradores, façam publicações, curtam e comentem as postagens uns dos outros. Nesses casos, os instrutores ou gestores da plataforma mediam e observam as discussões e trocas.

9 – Estimular o módulo prático da trilha de aprendizagem

Lembra quando falamos no item 6 que adultos aprendem melhor quando sabem no que vão usar o conhecimento adquirido? Então, possuir uma demonstração prática da aplicação daquelas informações é essencial para um treinamento eficaz.

Dessa forma, contemple estudos de caso e sugestões de planos de ação para situações que podem acontecer em diferentes setores. Assim, será possível para os seus alunos entenderem, de forma clara, como será possível aplicar todas as informações da trilha de aprendizagem no seu dia a dia, tornando a ação mais engajadora e motivadora.

10 – Fazer uma avaliação final da trilha

Testar o conhecimento adquirido com as ações é importante para avaliar a eficácia delas. Só assim você poderá saber a opinião dos alunos a respeito do material usado, o quanto ele agregou para a execução das atividades diárias entre outras coisas.

Portanto, incluía avaliações finais, avaliações de reação e, se achar necessário, até quizzes rápidos entre cada módulo. É uma forma prática de manter suas trilhas sempre atualizadas e ajustadas as necessidades dos alunos e ao que melhor funciona para eles.

Precisando de ajuda para criar trilhas de aprendizagem na sua empresa?

Agora que você já sabe como criar uma trilha de aprendizagem de forma eficaz, vamos começar? Investir na educação continuada dos seus colaboradores é uma forma de fazer com que eles se sintam valorizados. Isso também melhora o desempenho das suas equipes, aumenta a produtividade e retêm os talentos atuais da organização.

Por isso, conte com a Evolke para te ajudar a desenvolver tanto treinamentos quanto trilhas de aprendizagem. Auxiliamos com a curadoria do conteúdo, a produção dos materiais didáticos e o desenvolvimento de cada treinamento, do começo ao fim. Fale agora com um dos nossos especialistas e não espere mais!

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